Arquivos

    Votação
     Dê uma nota para meu blog

    Outros links
     UOL - O melhor conteúdo
     BOL - E-mail grátis




    Blog de nalubri
     


    nalubri tentando reativar o blog através do suporte técnico.10 de junho de 2015

    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 17h29
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    TENHO CIÚMES DE VOCÊ (Parte II)

    TENHO CIÚMES DE VOCÊ (Reportagem - Parte II)

    nair lúcia de britto

    Outro exemplo comum de ciúme patológico, que acarreta sérios desentendimentos

    entre o casal, é aquele que certas esposas têm em relação a mãe dele: ou desta ou

    daquela nora. Ciúmes que não tem nenhum fundamento porque são dois tipos de

    amor diferentes e que podem coeexistir perfeitamente.

    Há várias psicopatologias que têm como comorbidades o ciúme, tais como o

    Delírio do Ciúme, Transtorno de Personalidade Borderlaine, Transtorno Bipolar,

    entre outras. Podendo ser desencadeadas igualmente por doenças de origem

    psíquica, neurológica ou orgânica.

    Pessoas que sofrem de Transtorno Obsessivo Compulsivo podem ser

    ciumentas, mas isto não ocorre necessariamente ao mesmo tempo.

     

    TRATAMENTO

    "Primeiramente o paciente precisa se conscientizar dos prejuízos que seus ciúmes

    estão causando à sua qualidade de vida e a de outras pessoas envolvidas", diz a 

    psicóloga. "O nível de intensidade, da frequência (desencadeantes) desses sentimentos

    irão determinar o tratamento psicoterápico.

    Numa entrevista inicial o psicólogo faz um levantamento do histórico de vida do

    paciente para que o profissional habilitado estabeleça a diferenciação entre o ciúme

    saudável e o patológico. Isto é fundamental para o tratamento e cura.

    Nos casos mais leves, o ideal é fazer com que os parceiros conversem honestamente

    e exponham seus motivos do seu desentendimento. É importante um falar e outro

    escutar, alternadamente. Conduzi-los a uma reflexão sobre o que sentem um pelo

    outro e se questionarem sobre o que pode ser feito para melhorar a relação. Depois,

    juntos, chegarem a uma conclusão.

     

    ORIGEM DO CIÚME

    "Segundo a linha da Psicalnálise Tradicional (Freudiana) a origem do ciúme pode estar

    relacionada com o chamado Complexo de Édipo, não resolvido", Yolanda explica. "No

    Complexo de Édipo (relação triangular primária), a criança, entre os quatro e seis anos de 

    idade, tende a se identificar com o progenitor do mesmo sexo e simultaneamente tem ciúme

    dele, pela atração que exerce sobre o outro membro do casal". 

    Na vida adulta, essas frustrações podem reaparecer sob forma de possessividade em

    relação ao parceiro ou mesmo uma paranóia (ciúme patológico).

    Neste tipo de paranóia a pessoa está convencida, sem nenhum motivo evidente

    (fidedigno ou real), da infidelidade do parceiro:

    e passa a procurar "evidências" da traição. Evidências, entre aspas, porque

    para o ciumento podem parecer verdadeiras: mas no ciúme patológico tais

    evidências raramente são reais. A linha divisória, entre a fantasia e a

    realidade, a crença e a certeza, frequentemente torna-se vaga e imprecisa.

    No ciúme patológico as dúvidas podem se transformar em idéias supervalorizadas e

    delirantes. A partir daí a pessoa se vê compelida a verificar compulsivamento sobre

    suas dúvidas. Procura saber onde o parceiro está, com quem está; abre correspondências,

    ouve letefonemais, examina bolsos, carteiras, recibos, roupas íntimas, etc.

    Exige do companheiro uma confissão, e até contrata detetives. Enfim,

    está sempre em busca de algo que esclareça suas dúvidas, afim de encontrar

    alívio para seus conflitos. Mas nada satisfaz o ciumento ou o tranquiliza.

    CURA E RECONCILIAÇÃO DO CASAL

    Algumas teorias consideram que casos mais graves podem ser curados

    através da psicoterapia que passa por um esforço de auto-estima e da

    valorização da auto-imagem. Porém outras teorias criticam a visão

    psicanalítica tradicional, como por exemplo a esquizo-análise. 

    Muitos casais têm brigas intensas por causa de ciúmes e acabam se

    separando.  Daí  porque,  para salvar um casamento, vale à pena procurar

    a ajuda de um bom psicógolo.

    Assessorados  pelo terapeuta, uma boa  conversa entre parceiros poderá

    resolver o problema e conduzi-los à reconciliação.

     Psicólogola entrevistada:



     YOLANDA MINGUEZ DE JUAN

    Consultório: CLÍNICA ESPAÇO SAÚDE ALPHA

    Calçada das Margaridas, 336 – 1. andar

    Barueri/SP

    Telefone: (11) 4191-5122: Celular: (11) 989666655

    E-mail: yolanda.minguez@me.com 

     



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 13h24
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    TENHO CIÚMES DE VOCÊ (Reportagem- ParteI)

    TENHO CIÚMES DE VOCÊ

    nair lúcia de britto

      

     Quantas vezes nos supreendemos com um ciúme repentino, desses que dói no fundo da alma e que nos descontrola.

    É difícil admitir até para nós mesmos que estamos com ciúmes, quanto mais para a pessoa amada.

    O que fazer? Será que esse sentimento é normal?

    Esta reportagem entrevistou a psicóloga Yolanda Minguez De Juan para tirar todas as dúvidas em relação ao ciúme.

    Logo de início ela informou que o ciúme faz parte da natureza humana.

    É um sentimento bastante complexo, é verdade, mas perfeitamente normal.

    Não nascemos ciumentos, mas ao longo da nossa formação psíquica esse sentimento vai se desenvolvendo.

    O ciúme apresenta-se sempre como uma resposta perante a uma situação que, perceptivelmente,

    represente a perda de  alguém que nos é precioso ou que possa prejudicar a qualidade dessa relação de amor.

    Pode se desenvolver a partir de um medo real ou imaginário, devido à falta de confiança no outro ou em si mesmo.

    Se for exagerado pode ter sido desencadeado por uma questão patológica.

    O grau de intensidade do ciúme é variável. O ciúme considerado saudável apimenta e até fortalece a relação.

    Nesse caso, a pessoa esquece com facilidade um episódio, de pouca importância,  que tenha provocado ciúmes.

    Não fica ruminando o acontecimento durante uma semana inteira e o motivo do ciúme é sempre um fato real;

    jamais imaginário. Quando o grau de ciúmes estrapola, a situação fica mais complicada.

    PERFIL

    O perfil do ciumento é o de uma pessoa de baixa auto-estima.

    A pessoa a quem ama costuma ser a fonte de sua força, seu escudo e seu troféu.

    O medo de perdê-la deixa-o frágil e inseguro.

    As características mais comuns que envolvem o ciúme são sentimentos de perda e de abandono.

    Receio de perder a admiração e o cuidado do parceiro (a) e de deixar de ser único e especial para os outros.

    As relações que motivam o ciúme se dá sempre em inter-relações (intrínsecas) relacionadas

    ao parceiro, familiares ou amigos.

    Em geral o ciúme aparece quando uma terceira pessoa interfere numa relação a dois.

    Pode ser também um grupo, um animal de estimação, um curso ou a carreira do parceiro.

    A ausência de auto-estima faz com que o ciumento se sinta impotente e com medo

    de perder a confiança em si mesmo. Teme a derrota  de, de repente, ser substituído

    por algo ou alguém que lhe roube a atenção do ser amado.

    A pessoa não se reconhece nesta situação e às vezes luta obssessivamente contra essa auto-imagem.

     

    CIÚME PATOLÓGICO

    Os sinais de um ciúme patológico manifestam-se quando o ciumento(a) desconfia

    de que está sendo traído(a) sem nenhum motivo concreto.

    E acha que já não é mais tão importante para o parceiro(a) o quanto gostaria de ser.

    Então a pessoa passa a deixar seus próprios interesses de lado para supervisionar

    a vida do outro.

    Telefona-lhe iúmeras vezes por dia e se, por acaso não o encontra,

    fica se torturando com a possibilidade de uma traição.

    Ora o ciumento fica triste, ora com raiva. Os sentimentos negativos somam-se.

    Nada o tranquiliza ou o convence de que seus ciúmes não tem razão de ser.

    (segue Parte II)



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 15h05
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    EM FAMÍLIA (Novela)

    EM FAMÍLIA

    Nair Lucia de Britto

     

    Lamento dizer que detestei o final da novela Em Família, de Manoel Carlos. A novela começou muito bem, tranquila e agradável, com  diálogos requintados, música de bom gosto;  abordando conflitos nos relacionamentos que valeram uma reflexão.

    Um dos bons exemplos foi a separação amigável de Clara (Giovana Antonelli) e Cadu (Reinaldo Gianecchini); casal que deu continuidade a uma boa amizade; buscando a felicidade pessoal, a que todos têm direito, mas sem machucar os filhos. Infelizmente, na vida real, não é bem assim...

    Outro bom exemplo foi mostrar que vale a pena abandonar um vício para se ter uma vida mais saudável e feliz...

    A escolha do elenco foi ótima e todos os intérpretes foram excelentes; novos talentos como o de Guilherme Leican (Laerte mais jovem) e Alice Wegman (Shirley mais jovem) foi uma surpresa muito bem-vinda.

    Júlia Lemmertz (Helena) atriz consagrada interpretou admiravelmente aquela mulher desagradável, cansativa e teimosa que martelava insistentemente suas dores do passado, perdendo momentos bons do presente; e insistia em revolver o destino da filha.

    Bruna Marquesine, que representou a mesma personagem, mais nova, não ficou para trás na interpretação de garota mimada e outra teimosa que insistia num relacionamento conflitante com um homem que tinha a idade do seu pai.

    O lado negativo da novela foi a excessiva dramaticidade nas situações de doença e morte; fatos que fazem parte da vida; mas que, num trabalho de entretenimento, deveriam ser demonostrados com mais brevidade e sem muito sofrimento.

    O epílogo da novela foi o que aconteceu de pior. O autor puniu seu personagem Laerte pelos erros do passado que, conforme o exposto, ele cometeu não por maldade, mas por imaturidade, ao se deixar dominar por sentimentos negativos, como o ciúme imoderado e irracional.

    Na vida real, a própria vida ensina. O tempo e os erros ensinam a todos a serem pessoas melhores, para evitar o sofrimento consequente desses mesmos erros. E todos têm direito à uma segunda chance.

    Maduro, o personagem Laerte, interpretado pelo maravilho Gabriel Braga Nunes, tornou-se um músico talentoso, uma pessoa melhor, embora ainda leviano, que cometeu a mesma fraqueza de se deixar escravizar por um amor que não dava certo.

    No epílogo da novela, o Laerte deveria optar pela Shirley, magnificamente interpretada por Vivianne Pasmanter, que além de demonstrar seu enorme talento e carisma teve a coragem de contracenar com uma cobra, mostrando que até um réptil rastejante pode ser uma boa companhia se for bem tratado.

     

    Shirley, com todos os seus defeitos, representou o amor verdadeiro, isto é, aquele que perdoa sempre, que ama o ser amado com fidelidade suprema e interminável; e  o aceita exatamente como ele é.



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 13h36
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    VOCAÇÃO

    VOCAÇÃO

    Nair Lúcia de Britto

    Vocação é o talento que Deus deu ao homem para que ele cumpra sua missão na Terra. Mesmo que muitos obstáculos se interponham para que ele realize seu trabalho, segundo à sua vocação,  nunca deve desistir; porque, se fugir da meta para a qual foi predestinado, não se sentirá realizado.

    Beethoven era pobre e surdo, mas nada disso o importava quando conseguia compor uma obra. Ele ia buscar inspiração na Natureza e, embora não fosse religioso, sabia que quando estava compondo era Deus quem estava falando com ele.

    Todo talento é um dom de Deus e, portanto, deve ser sempre voltado para o Bem, uma vez que Deus é a bondade suprema. É o elo entre o homem, Deus e seu Universo. Daí a razão dessa felicidade interior, quando realizamos um trabalho de acordo com o nosso talento.

    Observem, por exemplo, numa orquestra sinfônica a expressão facial de cada músico. É uma expressão de felicidade e de paz porque, quando ele toca ou canta, está em contato direto com Deus e com seu universo. Nesse momento ele não percebe o mundo a sua volta, só a sua arte. E, através da arte, o músico transmite aos ouvintes a mesma sensação agradável; se conectados na mesma sintonia.

    O homem, porém, comumente desvia-se da própria vocação influenciado pela opinião da família, da sociedade e pela necessidade de sobrevivência, que o levam a fazer escolhas erradas, que atendem suas necessidades materiais, mas não atendem às suas necessidades espirituais. Fica sempre aquela sensação de vazio, um descontentamento inexplicável à primeira vista, mas que no fundo tem uma razão de ser.  

    É que o homem só consegue se sentir em paz consigo mesmo se puder conciliar as necessidades materiais com suas necessidades espirituais. A vocação é uma força que vem de dentro da alma, que se transforma em uma grande vontade de realizar uma determinada tarefa e que, depois de realizada, proporciona uma gratificante sensação de felicidade.

     O motivo do sucesso do jogador Neymar, por exemplo, é a garra com a qual ele agarrou seu talento. Se cada pessoa trabalhasse conforme seu talento o mundo seria maravilhoso e tudo funcionaria a contento.

    Infelizmente as oportunidades em outras áreas não são iguais como no Futebol. Muitas profissões não são valorizadas, como por exemplo a Medicina, o Magistério, o Jornalismo, Pscologia,  a Música erudita e muitas outras; fato que obriga muitas pessoas talentosas procurarem outras profissões que lhe garantam a sobrevivência.

    Enquanto a solução não vem,  é imprescindível que a pessoa não abandone o seu talento; e procure conciliar  a profissão que lhe dá sustento com a atividade que lhe dá prazer, até que possa se dedicar apenas àquela que realmente satisfaça seus anseios.

    A insatisfação no trabalho é o chamado de Deus para que a pessoa corra atrás do seu talento, ou seja, da sua verdadeira missão.

    Já nos bancos escolares, os alunos deveriam ser analisados, psicologicamente, para que fosse constatada a vocação de cada um deles. E, depois do ensino básico, serem encaminhados aos cursos que, respectivamente, correspondessem às suas aptidões e interesse profissional.

    Sem serem obrigados a estudar matérias alheias ao seu real interesse; o que,  na verdade, constitui  uma agressão à natureza do aluno, à sua individualidade  e uma das causas da evasão escolar.

    Todas as profissões deveriam ser valorizadas porque precisamos de todas elas. É preciso corrigir esta lacuna, não só pela necessidade, mas por uma questão de justiça social  e  igualdade de direitos.  

    Veja um trecho do artigo escrito por Mercedes Marin, que eu gostei, e diz o seguinte:

    “Você que está escolhendo sua profissão, faça-o baseado nas suas espectativas, na sua capacidade, confiando naquilo que você traz como ideal. Confie na sua capacidade, na sua experiência de vida, lembrando que qualquer momento é o momento de iniciarmos uma nova etapa de vida e de desenterrarmos os nossos talentos.”

    “A nossa evolução espiritual se faz presente em nossas vidas quando o mundo interno encontra-se com a realidade externa, numa produção compartilhada: é a vida fazendo-se presente como obra de nossa genuína produção.”

    No livro “Pensamento e Vida”, Chico Xavier explica:

    A Vocação é a soma dos reflexos de experiências que trazemos de outras vidas. É natural que muitas vezes sejamos iniciantes nesse ou naquele serviço.”

    Cada espírito recebe no plano em que se encontra certa quota de recursos para honrar a Obra Divina e engrandecê-la.”

    “Faça hoje o que é possível, que amanhã você estará fazendo o impossível! Querer é começar a fazer!”

    (São Francisco de Assis)

     

     



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 13h13
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    MENTES PERIGOSAS (Dangerous Minds)

    MENTES PERIGOSAS (DANGEROUS MINDS)

    nair lúcia de britto

     

    Produzido nos EUA, lançado em 1995,  dirigido por John N. Smith e roteiro de Ronald Bass, o filme foi baseado num livro de memórias de uma professora do ensino médio, LouAnne Johnson .

    Quando LouAnne (Michele Pfeiffer) deixou a profissão de fuzileira-naval e decidiu lecionar, ela ingressou numa escola pública de alunos revoltados e de baixa renda que já tinham posto muitos professores pra correr (digamos assim) pelo comportamento rebelde e deseducado.

    No primeiro dia de aula, não conseguiu ensinar nada porque os alunos só faziam barulho, piadas e um dos mais atrevidos tentou seduzi-la. Ela então abandona a classe, pensando em não voltar mais. Mas quando chega em casa desiste da idéia e estuda vários livros que mostravam rias saídas de como um professor poderia interagir com alunos indisciplinados.

    No dia seguinte ela volta à sala de aula com uma postura diferente e com roupas mais compatíveis com a vestimenta que os alunos costumavam usar. Em meio ao barulho ela consegue chamar a atenção deles ensinando técnicas de karatê.

    Depois ela consegue despertar o interesse dos alunos pela poesia, usando de estratégias para obrigá-los a se interessar por poemas escritos por inteligentes poetas que, através da literatura, faziam suas críticas e mostravam a visão que tinham do ser humano e do mundo.

    Pouco a pouco os alunos foram se interessando pelo universo literário e entendendo o que esse universo tinha a lhes dizer. Outra técnica para incentivar os alunos a estudarem foi através de prêmios, que ela mesma lhes oferecia, e se interessando pelos conflitos pessoais vividos por seus alunos.

    A morte de um aluno, que a todo custo ela tentou tirar do caminho errado, deixou-a extremamente abalada e impotente quanto à força de um sistema que ela considerava inadequado.

    Mas, quando LouAnne vai se despedir dos alunos, estes a convencem a ficar, retribuindo-lhe o mesmo carinho que ela lhes dera e, igualmente, usando argumentos arrancados das obras de poetas ilustres da literatura cuja mensagem era: ‘NUNCA DESISTA!”



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 17h08
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    INDECISÃO (Espiritualidade)

     INDECISÃO

    Não são poucas as vezes que, no decorrer da nossa existência, ficamos indecisos diante de uma  resolução. Se a decisão a ser tomada se refere ao nosso próprio interesse pessoal, em primeiro lugar é necessário fazermos um balanço das vantagens e desvantagens que essa decisão trará.

    Também precisam ser consideradas a oportunidade e as circunstâncias que envolvem essa decisão. Isto porque mesmo que o objetivo seja bom, o resultado pode ser o contrário se a ação não for conduzida com habilidade, prudência e reflexão.

    Antes de tomar qualquer atitude é conveniente avaliar as forças e os meios a serem empregados no momento da execução. É sempre prudente pedirmos a Deus que os nossos anjos-da-guarda nos iluminem para que tomemos a decisão mais acertada. Vale lembrar uma máxima muito sábia que diz:

    NA DÚVIDA, ABSTÉM-TE.

    Se a decisão a ser tomada diz respeito não só a nossa vida, mas a de outras pessoas também convém perguntarmos a nós mesmos sobre as seguintes questões:

    O que tenho dúvidas em fazer pode causar algum prejuízo a outra pessoa?

    O que vou fazer pode ser útil a alguém?

    Se alguém tomasse essa atitude em relação a minha pessoa, seria do meu agrado?

    Podemos pedir a Deus benefícios materiais que podem ser concedidos

    quando o objetivo é útil e sério.

    Nosso ponto de vista, porém, quanto às nossas necessidades materiais limita-se

    ao momento presente e, muitas vezes, não vemos o lado mau daquilo que desejamos.

    Mas Deus, que é nosso Pai, tem uma ampla visão sobre tudo e só quer o bem dos seus filhos.

    Como todo bom pai, às vezes, recusa-se a atender o pedido de um filho

    por estar ciente do mal que pode lhe causar.

    Por isso nunca não devemos desanimar diante de uma prece que não foi atendida.

    Mas, pelo contrário, confiar na Providência Divina que sempre sabe o que é melhor para nós.

    Se tivermos a devida paciência e confiança em Deus, no futuro, teremos a recompensa merecida.

    Sempre que rezamos antes de dormir pedindo uma luz sobre o caminho a seguir;

    durante o sono, os mensageiros de luz iluminam a nossa mente e, não raro,

    acordamos certos daquilo que devemos fazer.

    PRECE

    Deus todo poderoso, anjos de luz que me guardam

    Rogo-lhes ser inspirado a tomar a decisão mais acertada

    perante à minha dúvida, nesse momento .

    Que meu pensamento esteja sempre voltado para o Bem

    E que eu possa resistir às más influências.



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 15h14
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    O FANTÁSTICO DR. DOLITTLE (Cinema)

     O FANTÁSTICO DR. DOLITTLE

    NAIR LÚCIA DE BRITTO

    Com o advento do Telecine, temos a grata oportunidade de assistir filmes antigos. Muitos dos quais não tivemos a oportunidade de assistir no cinema, principalmente a população mais jovem. Ver filmes que foram grande sucesso no passado, e que adoramos rever, foi uma dos acontecimentos mais importantes, da atualidade, em matéria de cinema.

    Através dos filmes antigos podemos observar os avanços tecnológicos, as mudanças do estilo de vida, do figurino, de comportamento e tantas outras mudanças que se desenrolaram no transcorrer do tempo e quantas outras virão?   

    Os filmes antigos são um presente para os jovens em termos de conhecimento e cultura. E um presente para os mais idosos porque têm a grata oportunidade de recordar um tempo bom! Eu imagino como o Telecine, através dos filmesm antigos, ajudam muitos idosos que se encontram em hospitais ou em casas de repouso e que ofereçam o Telecine como um sadio entretenimento.

    Recentemente, eu assisti  “O Fantástico Dr. Dolittle”, lançado em 1967 pelos EUA, dirigido por Richard Fleischer, com Rex Harrison, Samantha Eggar, Richard Attenborough.

    Achei o filme encantador. Trata-se de uma comédia musical muito ingênua, fantasiosa e com muitas aventuras para divertir pessoas de todas as idades.

    O Dr. Dolittle (Rex Harrison) é um médico veterinário que aprendeu a se comunicar com os animais, sentir suas necessidades, seus sentimentos e, assim sendo, o tratamento clínico se tornava mais fácil e mais eficaz.

    É engraçado ver o veterinário cantando uma música romântica para uma foca e dançar com ela em seus braços. E, por outro lado, ver a foca alegre e comovida em ouvir a canção.

    Por amor aos animais, o Dr. Dolittle combatia expessões até hoje tão populares tais como: “burro”. “porco”, “mula” para denegrir a imagem de uma pessoa. Ele achava que denominar um ser humano com o nome de um animal, deveria ser um elogio e não uma ofensa.  Para ele, era um desrespeito  aos animais.

    É a história de um homem de bom coração que se relacionava melhor com os animais do que com gente. É uma história terna, engraçada onde quem criou asas foi a imaginação.  



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 16h22
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    ADOTE UM GATINHO (Resenha)

    ADOTE UM GATINHO

    nair lúcia de britto


     

    Dias desses, ganhei um presente de uma pessoa muito especial; uma pessoa que, como eu, adora gatos! Bom, eu adorei a surpresa!

    Não, não foi um gato de carne e osso... Foi um gatinho de feltro. Uma graça! Está aqui, sentadinho, bem em cima do meu computador...

    Presentes como esse são adquiridos numa ONG chamada ADOTE UM GATINHOAUG. São um grupo de pessoas apaixonadas por gatos e solidárias a esses animaizinhos abandonados na rua, completamente indefesos!

     

    Cada uma dessas pessoas faz alguma coisa para ajudar um gatinho que cruzou o seu caminho, numa situação difícil. São pessoas comuns, que trabalham, estudam e fazem parte desse corre-corre danado que é a nossa vida diária. Mas por um puro sentimento de amor, reservam sempre um tempinho para trabalhar voluntariamente por esses gatinhos desamparados. Um trabalho que lhes dá muita alegria, acreditem!

     

    Em junho de 2007 esse grupo conseguiu se oficializar como ONG, mas ainda estão em busca de patrocínio. Os bichanos são encaminhados a um veterinário, para vermifugar, vacinar; para, depois, serem encaminhados à adoção.

    Não é um trabalho tão simples assim, mas a AUG já conseguiu dar um lar para inúmeros gatinhos que estavam em situação de abandono.

     

    Os gatos são seres muito especiais; dóceis e muito amorosos. Não são, de forma alguma, interesseiros como se fala popularmente. Pelo contrário, eles só ficam felizes quando o dono está por perto. Para se ter uma idéia, quando o dono fica ausente, muitos páram de se alimentar e só voltam a comer quando o dono volta.

     

    Greve de fome felina, sabe como é? Por isso, na ausência do dono, eles precisam ficar sob os cuidados de alguém que os ame e os estimule a se alimentar.

    Vale lembrar que o gato preto é igualzinho a todos os outros gatos de outras cores; sem tirar nem pôr. É uma grande injustiça dizer que gato preto dá azar. A única diferença entre os gatos não está na cor, nem na raça... O que difere um gato do outro é a personalidade. Cada gato tem a sua própria personalidade; exatamente como as pessoas.

    Em matéria de limpeza, eles são muito exigentes. Não se deitam numa cadeira empoeirada e não vão ao “banheiro”, se estiver sujo. Se os gatos têmm sete vidas eu não sei, mas que eles são muito vivos isso são...

     

    Sabem apreciar a vida! Também são ótimos caçadores de alguns desses bichinhos indesejáveis que aparecem, às vezes, na casa; como as baratas, por exemplo. Só a simples presença de um gato as espanta. São dorminhocos, isso lá é verdade! E como são tão lindos, enfeitam a nossa casa! Não há melhor companhia!

    E aí? Você quer adotar um gatinho?

    Então clique no site: www.adoteumgatinho.org.br

    Lá, você encontra todas as informações necessárias para adotar ou simplesmente ajudar um gatinho.

     



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 13h40
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Bolha?! (Pensamento)

    Que marido daria um presente à mulher que o chamasse de "Bolha"?!!!!!



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 21h50
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Devassa, por quê?

    Devassa, por quê?

     

    Por que é corrupta? Ou porque é álcool;

    e o abuso de álcool devassa famílias?

     



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 17h24
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    PIPIPI... PI (Pensamento)

    PIPIPI...PI...

    nair lúcia de britto

    O Pipipi...pi...  constante e contínuo da garagem do prédio incomoda  os ouvidos. O cego, que motivou o pipipi, tem a sorte de  nunca ter de passar por ali.  Só os demais, sempre presentes. Que  não são cegos; mas correm o risco de ficarem esquizofrênicos  ou surdos!



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 15h11
    [] [envie esta mensagem
    ] []





     

    DESCALABRO

    nair lúcia de britto

    Imagine só uma dona de casa, os filhos com fome e  a geladeira vazia. A casa caindo aos pedaços, falta água, falta comida, falta tudo. Mas ela pega o dinheiro guardado e suado e dá uma grande festa para fazer bonito pros vizinhos...

    Tem sentido?

    Parece que é mais ou menos isso que acontece na política.

    O jornal do Globo News (12/02/14) entrevistou um paciente que estava no centro cirúrgico, já sem roupa e pronto para ser operado; mas a cirurgia foi cancelada pela terceira vez e ele diz que não aguenta mais a dor da doença e a dor do descaso público.

    E esse sofrimento não é só dele. Inúmeros doentes estão passando por isso. Uma situação que virou rotina!!!!!! E vamos engolindo como quem engole saliva.

    Por que será que médicos brasileiros e estrangeiros estão abandonando o programa Mais Médicos?

    Será que eles têm condições de trabalhar? Será que não é porque faltam equipamentos e o  material necessário para tratar o paciente e para a realização da cirurgia? Será que eles tem boas condições de moradia e as horas necessárias para descanso?

    Eu não sei. Como também não sei por que o médico não tem qualidade de vida. Enquanto um jogador de futebol tem vida de rei. Futebol é  entretenimento e a Medicina salva vidas.  

    A dona de casa inconsequente,  a desorganização social e o político irresponsável são cérebros vazios.

     

     



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 14h43
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    VOCÊ QUE INVENTOU A TRISTEZA...

    nair lúcia de britto

    É um absurdo o que está acontecendo num país que se diz civilizado. Agora essa morte cerebral injusta, brutal e sem sentido de um profissional do Jornalismo, que trabalhava a serv iço da Sociedade e que,  para bem  informar a população, enfrentava todo tipo de situação. Mais um Pai de Família, mais uma pessoa de bem, mais um inocente, vítima da extrema violência, da falta de Educação.

    A conscientização deve partir de todos os brasileiros  no sentido de que sejam abolidos todos os hábitos nocivos, que gerem a prática da violência. Essa responsabilidade não cabe somente aos governantes, mas a toda população.

     

    Como disse Chico Buarque, você que inventou a tristeza, ora, tenha a fineza de desinventar!

     



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 14h59
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    AMOR À VIDA (Novela)

    AMOR À VIDA II

     

    AMOR À VIDA fechou as portas com chave de ouro. Geralmente as novelas terminam um pouco estouvadas, na intenção de dar um resultado apressado para as questões abordadas passo a passo no decorrer dos capítulos;  o que tira um pouco o brilho do trabalho.

     Walcyr Carrasco foi cuidadoso em dar um desfecho equilibrado para cada situação. O que mais me despertou a atenção e admiração foi o vilão. Como eu já disse, nunca tinha visto um vilão mais engraçado, que tivesse me divertido tanto, com tiradas sarcásticas e tão  inteligentes que que só poderiam ter saído de uma mente brilhante como a do autor da novela. 

    O personagem Felix lembrou-me muito o grande costureiro brasileiro, Clodovil Hernandes, que tinha  um humor refinado e sempre uma frase pronta  na ponta da língua, cujo sarcasmo talvez fosse em defesa do preconceito ferino que sofreu no decorrer da vida . Nem  nos seus últimos dias de vida ele foi respeitado. Mesmo já muito enfraquecido, ao deixar o hospital, não faltou quem o apedrejasse. Eu o admirava primeiramente pelo seu talento; depois, pela inteligência, elegância, seu poder de superação e seu imenso carinho pela mãe.

    Tirando as maldades, o Felix me fez recordá-lo e ter saudades. O sarcasmo ferino, as respostas ligeiras, o raciocínio veloz e o porte elegante...  Tudo isso o ator transmitiu muitíssimo bem... relembrando-me o grande costureiro brasileiro.

    Carrasco mostrou que os gays são pessoas comuns como qualsquer outras. Têm seus sonhos, sentimento, talento e são capazes de gestos de solidariedade e de serem excelentes profissionais. Como mostrou o personagem Nico, aliás, também muito bem representado.

    Observei e aplaudi a decisão de Carrasco em transformar o vilão numa pessoa de bem, que aprendeu e se regenerou através do sofrimento e do amor; amor que recebeu das pessoas que ele menos esperava. O ator Mateus Solano se superou na arte de representar. E se eu já apreciava o trabalho dele; agora, então, muito mais...

    Suzana Vieira cujo trabalho acompanho e admiro, desde “O anjo mau”, foi brilhante. Interpretou com grandeza a dor de muitas mulheres traídas ou abandonadas, só porque a idade chegou e a beleza, por mais cuidados que se tenha, escapa...

    Antonio Fagundes também se superou. De todos os trabalhos que fez este foi o mais exuberante, representando o pai preconceituso que não vacila em magoar o filho gay; e o  homem maduro e ingênuo que se deixa levar pela beleza jovem,  feminina; caindo em armadilhas terríveis. A personagem Aline foi perfeita em mostrar como isso acontece.

    Outro saldo positivo da mensagem foi dizer que ninguém pratica o mal impunemente. Tudo que se faz de errado tem uma consequência ruim. Que sempre há uma chance de deixar o caminho do mal para trilhar o caminho do bem e do amor: o único caminho que conduz à felicidade.

    A última cena da novela foi linda! A reconciliação de pai e filho, dando-se as mãos e vislumbrando um novo horizonte. Antonio Fagundes e Mateus Solano... Parece que foi Deus que os uniu para fazer esse emocionante trabalho.

     

     

     



    Escrito por Nair Lúcia de Britto às 16h09
    [] [envie esta mensagem
    ] []



     
      [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]